
Título: A Psicologia Tem Paradigmas?
Autor: Carvalho Peixoto
Sinopse: O relançamento deste livro – em publicação revista e ampliada –, cuja primeira edição foi lançada em 2003 por Iray Carone, chega em boa hora. A nova edição reúne o texto original da professora Iray, em que analisa o debate internacional aberto pela publicação de A estrutura das revoluções científicas (1962) de Thomas Kuhn no interior da psicologia, e uma pesquisa realizada por um jovem pesquisador como resposta ao inadvertido uso da noção de paradigmas na literatura nacional em psicologia. Em que pese a concepção kuhniana encontrar-se em relativo desuso na psicologia, o discurso da diversidade teórica da psicologia aproxima-se das equivocadas transposições do modelo de Kuhn à psicologia como ciência multiparadigmática, um discurso muito difundido na formação em psicologia e pouco problematizado pelas pesquisas em psicologia.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “A Psicologia Tem Paradigmas?”, de Carvalho Peixoto, publicado pela editora Editora Escuta, em 2016 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Editora Escuta
Páginas: 152
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571373841
ISBN13: 9788571373846
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,162
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Escuta convidam o leitor a um mergulho profundo no campo da psicanálise, da filosofia e das artes, com textos que exploram tanto a teoria quanto a prática clínica contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e denso, que privilegia o diálogo entre conceitos clássicos e questões atuais, muitas vezes atravessadas por temas como subjetividade, cultura, e a complexidade das relações humanas. O catálogo sugere obras que transitam entre o ensaio teórico, a análise clínica e a crítica cultural, com narrativas que exigem atenção e envolvimento do leitor. Há uma predominância de textos que abordam a psicanálise sob diferentes perspectivas, ora mais conceituais, ora mais aplicadas, o que revela uma diversidade em ritmo e densidade, mas sempre com um foco na escuta e na compreensão do sujeito.
