
Título: A Quem Pedir Conselho?
Autor: Francisco Fernández-Carvajal
Sinopse: Francisco Fernández-Carvajal, autor da conhecida coleção Falar com Deus, caracteriza-se por escrever com um estilo límpido e transparente, simples e acessível. Nesta obra, recorda-nos uma verdade cuja urgência já experimentamos na própria carne: necessitamos de alguém que, “de fora”, observe o jogo da nossa vida e saiba fortalecer-nos quando estamos a ponto de desanimar, levar-nos a refazer os raciocínios quando íamos agir com precipitação, ajudar-nos a superar a mediocridade em que sempre corremos o risco de atolar-nos. Se isso é verdade no plano das decisões cotidianas, quanto mais o é no plano da vida cristã, em que se trata não apenas de evitar os grandes pecados, mas de aperfeiçoar cada vez mais a nossa conduta. Essa prática da direção espiritual, de longa tradição na Igreja, é o tema desta obra, responsável por descortinar as riquezas de um meio que o próprio Deus prevê para nos fazer chegar a ajuda e a orientação do Espírito Santo.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “A Quem Pedir Conselho?”, de Francisco Fernández-Carvajal, publicado pela editora Quadrante Editora, em 2000 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Quadrante Editora
Páginas: 64
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574650285
ISBN13: 9788574650289
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,065
- Altura (cm): 16,70
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrante Editora convidam o leitor a um mergulho profundo na espiritualidade cristã e na reflexão moral, com textos que equilibram clareza didática e uma linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram temas como a fé vivida no cotidiano, o sentido da vida cristã, e o aprofundamento na doutrina, sempre com um tom que varia entre o contemplativo e o prático. Muitas obras apresentam narrativas que combinam exemplos concretos e imagens vívidas, enquanto outras adotam um estilo mais expositivo, voltado para catequese ou formação. O ritmo das leituras tende a ser pausado e reflexivo, favorecendo a meditação e o crescimento pessoal.
