
Título: A rapariga que sabia ler
Autor: Frances Hardinge
Sinopse: Depois de Mosca Mye «acidentalmente» pegar fogo ao moinho onde o tio a acolheu após a morte do pai, esta rapariga de doze anos não tem outra alternativa senão fugir da aldeia onde vive e ir em busca de outras oportunidades. Mas as coisas não vão correr exatamente como ela pensava. É que Mosca tem um dom bastante invulgar na sua comunidade, sabe ler, e esse facto mudará o seu rumo. Acompanhada por Sarraceno, o seu ganso de estimação, e Epónimo Clent, um vigarista que ajuda a libertar da prisão, Mosca vê-se a caminho de Mandelion, onde uma série de circunstâncias a conduzirão ao centro de uma intriga política sem precedentes... Entre espiões, contrabandistas e conspirações, Mosca só poderá confiar em si própria e nas suas habilidades para salvar a população de Mandelion. Uma história mágica sobre o poder inspirador dos livros para construir um mundo melhor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A rapariga que sabia ler”, de Frances Hardinge, publicado pela editora Editorial Presença, em 2009 e com 336 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Presença
Páginas: 336
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722341766
ISBN13: 9789722341769
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Presença convidam o leitor a percorrer mundos variados, onde a fantasia se mistura com a realidade histórica e emocional. A experiência de leitura é marcada por narrativas que exploram relações humanas profundas, desde laços familiares e amizades até dilemas existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou universos paralelos. O catálogo apresenta obras que transitam entre o tom reflexivo e o suspense, ora com humor sutil, ora com uma tensão crescente, sempre com personagens que enfrentam desafios internos e externos. Essa diversidade sugere uma preferência por histórias que equilibram emoção, mistério e uma certa densidade narrativa, sem abrir mão da acessibilidade.
