
Título: A Realidade Figurativa
Autor: Pierre Francastel
Sinopse: A Realidade Figurativa'''' é obra fundamental e uma das primeiras a defender o valor das culturas visuais a partir do conceito de estrutura. Os estudos que constam do presente volume resultam de quinze anos de reflexão e pesquisas históricas na Sorbonne por Pierre Francastel. Para o autor, só o contato real com a obra de arte permite compreender como esta se incorpora à sociedade, alimentando-a e enriquecendo-a com elementos originais. A obra de arte confere ao historiador e ao sociólogo elementos de informação que, de outra forma, não teriam. Dentro deste postulado, o autor desenvolve pormenorizada análise em torno das artes figurativas, inserindo-as em uma nova problemática do imaginário. As relações teóricas da arte com a técnica, com outros meios de expressão e disciplinas, o confronto entre formas estéticas e sistemas lógicos, os problemas inerentes à iconografia religiosa, constituem alguns dos tópicos esclarecedores para o levantamento dos elementos estruturais próprios de uma sociologia da arte.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “A Realidade Figurativa”, de Pierre Francastel, publicado pela editora Perspectiva, em 2011 e com 464 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Perspectiva
Páginas: 464
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527303663
ISBN13: 9788527303668
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,564
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,60
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
