
Título: A Rebelião dos Anjos
Autor: Anatole France
Sinopse: O último romance de Anatole France é certamente sua obra-prima, sintetizando suas ideias sobre a religião, a essência do bem e do mal, a inteligência, a vida, Deus. Esta fantasia metafísica, que mescla cenas realistas da vida parisiense com as loucas aventuras dos anjos caídos, é uma verdadeira denúncia da moral hipócrita de uma época e prenuncia todos os combates ideológicos do nosso século. Em Paris, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, os anjos se rebelam pela segunda vez contra o Poder Divino, organizam seus planos de ataque aos Céus, compram armamentos modernos e vão às margens do Gânges pedir a Satã - outrora Lúcifer, o anjo da Luz - que conduza seus exércitos à vitória...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Rebelião dos Anjos”, de Anatole France, publicado pela editora Axis Mundi, em 1995 e com 285 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Axis Mundi
Páginas: 285
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585554037
ISBN13: 9788585554033
Sobre a editora
Os livros da editora Axis Mundi costumam oferecer uma experiência de leitura que combina reflexão profunda com um olhar atento sobre culturas, espiritualidade e questões sociais. O catálogo apresenta obras que exploram desde práticas de autoconhecimento e estados alterados de consciência até análises históricas e econômicas, sempre com um tom que convida à contemplação e ao questionamento. Há uma presença marcante de textos que dialogam com tradições religiosas, psicologia e relatos pessoais, criando um ambiente de leitura que pode ser tanto meditativo quanto informativo. O ritmo varia entre o mais narrativo, com relatos e memórias, e o mais ensaístico, com textos que trazem análises e reflexões fundamentadas. Essa diversidade sugere que a Axis Mundi atende a leitores interessados em temas que cruzam o humano, o social e o simbólico, com uma linguagem acessível, porém densa.
