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A Relíquia

Título: A Relíquia

Autor: Eça de Queirós

Sinopse: 1887-2017: 130 ANOS DA PUBLICAÇÃO ORIGINAL DE A RELÍQUIA Conhecido por livros de extrema importância na literatura, como O primo Basílio, O crime do padre Amaro e A cidade e as serras, o romancista português Eça de Queirós tem como característica marcante a crítica à sociedade burguesa. Não é diferente em A relíquia. O livro poderia ser triste, comovente e angustiado, mas, com a genialidade de Eça, as desventuras do protagonista Teodorico Raposo, construídas sob a ótica da malandragem, tornam-se muito bem-humoradas. Ainda criança, ele precisou aprender o jogo da adulação para garantir sua sobrevivência junto à D. Patrocínio, tia solteirona, beata e cruel – como são em geral os personagens marcados pelo fanatismo religioso na obra de Eça. Para atender à vontade da parenta, Raposo parte em romaria para Jerusalém e de lá precisa levar alguma santa relíquia que cure as doenças e aflições da mulher, a qual lhe garantiria acesso à herança da tia.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Relíquia”, de Eça de Queirós, publicado pela editora BestBolso Digital, em 2016 e com 243 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: BestBolso Digital

Páginas: 243

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Eça de Queirós oferece um mergulho na sociedade portuguesa do século XIX, revelando tensões entre o progresso e a tradição, o urbano e o rural, o público e o íntimo. A prosa combina ironia fina e crítica social, com personagens que frequentemente enfrentam dilemas morais e conflitos internos, como desejos reprimidos, decadência familiar e hipocrisia social. O ritmo varia entre narrativas mais densas e contemplativas e passagens de humor sutil, que aliviam a tensão sem perder a crítica. O olhar atento ao cotidiano e a linguagem direta aproximam o leitor da intimidade dos personagens, enquanto a construção de tramas que dialogam com a própria literatura convida a refletir sobre o papel do escritor e da história. Em meio a isso, os livros de Eça de Queirós mantêm uma prosa que pode ser ao mesmo tempo elegante e acessível, provocando o leitor a questionar valores e costumes.

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