
Título: A República dos Argonautas
Autor: Anna Flora
Sinopse: A República dos Argonautas trabalha um tema difícil: os anos conturbados do regime militar. Ciente dos riscos, Anna Flora foi feliz em todas as soluções que encontrou. Esta narrativa são as memórias ficcionais de uma garota que em 1979 tinha catorze anos e morava na Vila Madalena, em São Paulo. O próprio bairro, com suas histórias de resistência e sua vocação para as culturas alternativas, surge como um motor do enredo. Mas talvez o mais cativante neste livro seja a naturalidade encontrada por Anna Flora ao narrar em primeira pessoa. A rotina da vida da menina que conta a história não tem nada de especial: ela mora com os pais, vai à escola, à casa de amigos, ao cinema e a festinhas, anda pelo bairro passeando à toa ou fazendo alguma compra. Sem ideologia de mais e sem politização de menos, Anna Flora criou um romance juvenil em que um fragmento da história recente do país ganha a palpitação feliz e desarmada de uma encantadora adolescente de catorze anos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A República dos Argonautas”, de Anna Flora, publicado pela editora Seguinte, em 1998 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seguinte
Páginas: 184
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8571648042
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Seguinte costumam trazer narrativas que exploram o amadurecimento e a busca por identidade em contextos muitas vezes desafiadores, como a adolescência em pequenas cidades ou situações históricas marcantes. O catálogo apresenta obras que transitam entre histórias em quadrinhos com traços vibrantes e envolventes, relatos pessoais de sobrevivência, e romances que misturam fantasia e realidade, sempre com personagens jovens enfrentando conflitos internos e externos. A linguagem varia do coloquial e acessível ao mais reflexivo e poético, com ritmo que ora acelera em suspense, ora desacelera para momentos de introspecção. Há também um interesse evidente por temas como amizade, amor, luto e autodescoberta, com uma atenção especial para as emoções e dilemas do público juvenil e jovem adulto.
