
Título: A Ressurreição de Adam Stein
Autor: Yoran Kaniuk
Sinopse: Nos anos 20, Adam Stein era um homem feliz: marido atencioso, pai orgulhoso de duas filhas e estrela da cena vaudeville de Berlim. Um palhaço, um mágico, um homem do espetáculo. É enviado para a guerra e, para sobreviver nas mãos do sádico Klein, comandante do campo de concentração, é forçado a se comportar, literalmente, como um cachorro. Anos mais tarde, Adam vive com outros sobreviventes do Holocausto em um sanatório no meio do deserto em Israel, onde tenta aliviar a dor fazendo palhaçadas e truques de mágica. Até que um dia descobre um paciente cuja existência foi escondida dele: um menino de 12 anos que acredita ser um cachorro. O garoto não fala - late; não anda - rasteja com os braços e pernas. A raiva inicial de Adam logo se transforma em cuidado e preocupação. O menino, que ninguém foi capaz de ajudar, começa a utilizar Adam como suporte. E juntos os dois embarcam em uma dolorosa jornada de volta para a vida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Ressurreição de Adam Stein”, de Yoran Kaniuk, publicado pela editora Francisco Alves, em 1981 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Francisco Alves
Páginas: 304
Ano: 1981
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora FRANCISCO ALVES apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pela profundidade narrativa. O catálogo reúne desde romances que exploram trajetórias pessoais e sociais em cenários brasileiros, como a vida difícil de migrantes urbanos, até obras que discutem questões institucionais e históricas, como estratégias de defesa nacional e análises diplomáticas. Há também espaço para literatura de mistério com investigação policial detalhada, além de textos que abordam a memória, o tempo e a identidade sob perspectivas literárias e filosóficas. O tom varia entre o introspectivo e o investigativo, com narrativas que podem ser densas e reflexivas ou carregadas de tensão e suspense. O material de apresentação indica ainda uma preocupação com a construção cuidadosa dos personagens e o entrelaçamento de histórias pessoais com contextos mais amplos.
