
Título: A REVOLUÇÃO MOLECULAR - VOL. 10
Autor: Félix Guattari
Sinopse: A revolução molecular traça um diagnóstico do nosso tempo, antecipando muitas das questões que estão hoje no primeiro plano do debate político. Guattari mira uma transformação sociopolítica de grande escala que começa no nível molecular. Com textos publicados entre 1972 e 1979, o livro apresenta uma nova forma de pensar a vida social, onde os problemas dizem respeito à felicidade das travestis, à autonomia italiana, à luta antimanicomial em toda a Europa, às relações Norte e Oeste, Leste e Sul. Da geopolítica ao cinema, Guattari faz um panorama do início do neoliberalismo nas diversas frentes de luta política que ele produz: greves selvagens e ocupações na campo e na cidade, movimentos de auto-gestão, luta de imigrantes, minorias radicais, subversão nas escolas, hospitais psiquiátricos, prisões, luta por liberdade sexual, etc. O autor procura nessas lutas a energia e o desejo capazes de produzir uma mudança social efetiva. Uma ótima introdução ao pensamento de Félix Guattari.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “A REVOLUÇÃO MOLECULAR – VOL. 10”, de Félix Guattari, publicado pela editora Ubu Editora, em 2024 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 352
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571261407
ISBN13: 9788571261402
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,500
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
