
Título: A Revolucao Russa
Autor: Sheila Fitzpatrick
Sinopse: O livro deixa de lado as doutrinações ideológicas e consegue destrinchar os acontecimentos desse evento-chave do século xx tanto para especialistas quanto para leigos. Passados cem anos, a Revolução Russa continua a ser considerada um acontecimento decisivo para compreender o século XX e o tempo em que vivemos. Levou à implantação do regime comunista, abriu caminho para a criação da União Soviética e moldou boa parte da geopolítica global. Com erudição e clareza, Sheila Fitzpatrick, uma das maiores autoridades no tema, narra a saga da revolução marxista que buscava derrubar o Czar e sonhava, assim, transformar a Rússia e o mundo. A Revolução Russa chega agora em edição revista e atualizada pela autora, lançando uma nova luz sobre um evento-chave da história moderna.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “A Revolucao Russa”, de Sheila Fitzpatrick, publicado pela editora Todavia, em 2017 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Todavia
Páginas: 320
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593828140
ISBN13: 9788593828140
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,420
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
