
Título: A Revolução Traída
Autor: Leon Trotsky
Sinopse: A Editora Sundermann traz ao público mais uma obra imprescindível de Leon Trotsky: A Revolução Traída. Escrito em 1936, o livro é uma análise única da União Soviética sob o stalinismo. Trotsky, porém, não se limita a estudar o Estado soviético. Com uma análise precisa de fatos e números, o autor antecipa os acontecimentos que, cinco décadas depois, lamentavelmente levariam à restauração do capitalismo e ao fim da URSS. Essa é a base sobre a qual ele aponta uma saída para os revolucionários na luta pelo socialismo contra o stalinismo. Esta edição chega ao público no ano em que se completam 80 anos do assassinato de Trotsky e 82 da IV Internacional. Ele a considerava a maior obra de sua vida diante da necessidade e da urgência de se construir uma nova direção revolucionária após a degeneração da URSS. Nos dias de hoje, essa obra assume uma importância ainda maior do que quando foi escrita. Desde a queda da URSS e dos estados operários do Leste Europeu, o mundo passou por uma série de transformações. Atualmente, as massas se levantam contra a crise do capitalismo moribundo no mundo inteiro. Isso só é possível porque não existe mais o maior aparato contrarrevolucionário da história do movimento operário. O capitalismo usa o stalinismo para convencer as massas trabalhadoras do mundo todo de que o socialismo morreu, colocando um sinal de igual entre os dois. Os reformistas, por sua vez, difundem a ideia de que a queda do Leste foi uma derrota do movimento operário e, por isso, é preciso melhorar o capitalismo pela via institucional até surgir a possibilidade de se fazer uma revolução num futuro indefinido. Nós, ao contrário, dizemos que a queda do stalinismo pelas mãos do movimento de massas foi uma vitória do proletariado mundial, pois derrotou o maior obstáculo dentro do movimento operário para a construção de uma alternativa socialista de fato. O socialismo continua na ordem do dia, é uma necessidade. Trotsky mostrou o caminho e continua mais atual do que nunca. Hoje, 80 anos depois da fundação da IV Internacional, é preciso continuar sua tarefa e construir o partido mundial da revolução. É com esse espírito que lançamos esta obra. Ao longo de seus 17 anos de existência, a Editora Sundermann, vem firmando-se como a editora brasileira que mais publica a obra de Leon Trotsky. Fazemos isso porque é essa obra que mantém vivas as lições de 1917. Nela encontramos a verdadeira história da Revolução Russa, de Lenin e dos bolcheviques, contrapondo-se à falsificação stalinista. Com o objetivo de proporcionar uma visão o mais fiel possível do pensamento de Trotsky ao leitor da Língua Portuguesa, tomamos como referência a edição em russo publicada quando Trotsky ainda estava vivo e reeditada em 1990 pelo NII Kul’tury (Instituto de Pesquisas Científicas e Culturais da Academia de Ciências da União Soviética), com base em fotodocumentos em poder de David King. Utilizamos, além do original russo, a publicação inglesa de 1937, traduzida por Max Eastman. O glossário de termos russos, as notas de rodapé e as notas biográficas são de nossa responsabilidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Revolução Traída”, de Leon Trotsky, publicado pela editora Sundermann, em 2020 e com 346 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sundermann
Páginas: 346
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587957021
ISBN13: 9786587957029
Sobre a editora
Os livros da editora Sundermann costumam mergulhar em análises históricas e políticas densas, com foco em movimentos sociais, revoluções e críticas ao capitalismo. A experiência de leitura é marcada por um tom sério e reflexivo, que convida o leitor a acompanhar debates teóricos que dialogam diretamente com práticas políticas, muitas vezes em contextos de luta e resistência. O catálogo apresenta obras que exploram desde a história do movimento operário até a crítica de regimes autoritários, com textos que oscilam entre o ensaístico e o documental, sempre com linguagem clara, porém rigorosa. A presença de cartas, documentos e ensaios inéditos reforça a proposta de oferecer material que exige atenção e interesse por temas como marxismo, revoluções e internacionalismo.
