
Título: A Ridícula Ideia de Não Voltar a Ver-te
Autor: Rosa Montero
Sinopse: Quando Rosa Montero leu o diário que Marie Curie começou a escrever depois da morte do marido, sentiu que a história dessa mulher fascinante era também, de certo modo, a sua. Assim nasceu A ridícula ideia de não voltar a ver-te: uma narrativa a meio caminho entre a memória pessoal da autora e as memórias coletivas, ao mesmo tempo análise da nossa época e evocação de um percurso íntimo doloroso. São páginas que falam da superação da dor, das relações entre homens e mulheres, do esplendor do sexo, da morte e da vida, da ciência e da ignorância, da força salvadora da literatura e da sabedoria dos que aprendem a gozar a existência em plenitude. Um livro libérrimo e original, que nos devolve, inteira, a Rosa Montero de A Louca da Casa - talvez o mais famoso dos seus livros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Ridícula Ideia de Não Voltar a Ver-te”, de Rosa Montero, publicado pela editora Porto, em 2015 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Porto
Páginas: 176
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9720047127
ISBN13: 9789720047120
Sobre a editora
Os livros da editora Porto trazem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas densas e textos de caráter mais didático ou analítico. O catálogo sugere uma atenção especial a temas históricos e culturais, como a exploração do petróleo no Brasil e histórias locais que revelam o cotidiano e a memória de cidades. Há também obras que exploram questões sociais, políticas e psicológicas, frequentemente com um tom reflexivo e crítico, como textos sobre sexualidade, educação e direitos trabalhistas. Em termos de narrativa, o leitor pode encontrar desde dramas familiares intensos até romances que exploram relações humanas com um ritmo que varia entre o contemplativo e o envolvente.
