
Título: A riqueza do mundo
Autor: John Avanzini
Sinopse: Quantas vezes você ligou o canal de televisão quando a seção empresarial das notícias apareceu? Você alguma vez pulou a seção empresarial do jornal sem mesmo ler as manchetes? Acredito que seguramente todos temos feito isso. Mas para muitos de vocês, leitores, está na hora de começarem a prestar atenção mais cuidadosa ao que está acontecendo nessas arenas, visto que alguns de vocês logo estarão controlando isso tudo. Considere alguns fatos sobre três mercados-chaves na economia mundial de hoje. Lembre-se de que essas estatísticas pertencem em grande parte ao setor privado (em lugar de governos). Dessa maneira eles recorrem a ações levadas por companhias possuídas por indivíduos. Talvez você não saiba que havia uma média de U$ 5.4 bilhões em transações por dia na bolsa de valores de Nova Iorque, durante julho de 1986. Calculava-se uma média de mais de U$ 484 bilhões – valor de transações de moeda corrente estrangeiras por dia com instituições financeiras nos EUA durante março de 1986. Corporações norte-americanas elevaram recentemente mais de U$ 25 bilhões em dinheiro vivo no mercado de Eurobond, em menos de seis meses. Uma quantia cambaleante de riqueza é armazenada hoje no mundo. Além disso, também existe a tecnologia para se acumular muito mais. Contudo a maioria da riqueza no mundo é controlada por menos de dez por cento da população. Isso acontece porque não nos deveria pegar de surpresa a intensa pobreza, a desnutrição e a praga do alojamento inadequado, em nosso planeta. Pobreza não é o melhor de Deus. A falta ou carência não está no plano de Deus para seu povo. Deus enfatizou repetidamente na sua Palavra que ele quer satisfazer todas as nossas necessidade (Fp 4.19). Ele também quer que vivamos uma vida abundante (Jo 10.10). Entretanto, para viver a vida abundante no reino físico, nós, como indivíduos, mas acima de tudo como Corpo de Cristo devemos conseguir alcançar e acumular riqueza, como as corporações dos EUA, o Japão e os outros poderes industriais do mundo. Mas como conseguiremos isso? Deus afirmou em sua Palavra que lhe deu poder para adquirir riquezas (Dt 8.18). Na realidade, se os números citados acima parecem demasiado altos, saiba que Deus pode fazer abundantemente mais que tudo que possamos pedir ou venhamos a imaginar (Ef 3.10). Sim, nós como indivíduos, e como Corpo de Cristo, controlaremos mais riqueza e maior poder do que a maioria de nós é capaz de em nossos dias imaginar. No entanto, com que propósito? Como? Quando? Deus está preparando alguns de vocês para estar entre os homens e mulheres que ele irá usar na colheita milagrosa de almas e riquezas do final dos tempos. Contudo você tem que ter conhecimento do seu plano, e compreendê-lo. Ele fez essa revelação, e a explicou em sua Palavra. O Dr. John Avanzini preparou um ensino cuidadoso todo fundamentado na Palavra de Deus, com a finalidade de ajudá-lo a se preparar para sua parte nessa colheita. Veja o que Deus tem em estoque para a Riqueza do Mundo!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A riqueza do mundo”, de John Avanzini, publicado pela editora Adhonep e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Adhonep
Páginas: 140
Ano: 85
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574220175
ISBN13: 9788574220178
Sobre a editora
Os livros da editora Adhonep convidam a uma imersão em temas ligados à fé, liderança e transformação pessoal, sempre com uma base clara em princípios bíblicos. A experiência de leitura costuma ser marcada por narrativas que mesclam relatos de vida com ensinamentos práticos, voltados para a superação de desafios pessoais e espirituais. O tom é frequentemente edificante e motivador, com foco em valores como confiança, esperança e responsabilidade. O catálogo apresenta obras que exploram desde o desenvolvimento da liderança até a gestão financeira sob uma perspectiva religiosa, criando um diálogo entre a fé e as decisões cotidianas. A linguagem tende a ser acessível, com ritmo que alterna entre reflexões profundas e orientações diretas.
