
Título: A rosa de Alexandria
Autor: Manuel Vázquez Montalbán
Sinopse: Um corpo de mulher selvagemente mutilado aparece num terreno baldio em Barcelona. O inquérito policial se arrasta, até que o detetive Pepe Carvalho entra em ação. Sem nenhuma pista, ele começa pelo principal suspeito: o marido de Encarnación. Mas a investigação em torno do playboy que passa a vida em prostíbulos, assim como as informações fornecidas pelo grupo de pessoas próximas à moça assassinada, embaralham ainda mais o caso. Encarnación tinha um caso com um oficial da marinha mercante. Crime passional? Óbvio demais. Pepe Carvalho, detetive atípico, ex-agente da CIA e do KGB, de um requinte intelectual raro entre os colegas, explora pistas improváveis e descobre fatos inquietantes sobre vidas aparentemente simples.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A rosa de Alexandria”, de Manuel Vázquez Montalbán, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2006 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 320
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535907750
ISBN13: 9788535907759
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
