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A saga de uma Sinhá

Título: A saga de uma Sinhá

Autor: Maria Nazareth Dória

Sinopse: Um novo senhorzinho assumiu os negócios daquela fazenda no Brasil colônia. Trouxe consigo Margareth, a esposa delicada vinda da Europa, meiga e sensível. O jovem negro Miguel, que a todos os movimentos da casa acompanhava com atenção e humildade, previa tempos difíceis naquela propriedade, inclusive para a sinházinha. As previsões de Miguel estavam corretas. O senhorzinho, homem devasso e inescrupuloso, obriga a jovem Margareth a ter uma aproximação íntima com o negro Antônio, que servia dentro da casa como ajudante geral. Começa aí o drama e a saga da sofrida sinházinha. Dessa relação nasce o pequeno Frederico, bebê que consegue escapar da morte graças a uma fuga organizada por Miguel, avó Joana e o velho Zacarias. Muito tempo vai se passar até que a sinházinha Margareth volte a ter alguma notícia de seu filho. Teria ele sobrevivido? Seria possível um reencontro? Como ficaria a situação dos escravos naquela fazenda após tanto tormento?

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A saga de uma Sinhá”, de Maria Nazareth Dória, publicado pela editora Lúmen Editorial, em 2007 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Lúmen Editorial

Páginas: 296

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Maria Nazareth Dória transporta o leitor para um Brasil colonial marcado por tensões humanas profundas e histórias de sofrimento, resistência e afeto. A prosa mistura narrativas espirituais e realistas, alternando entre relatos densos sobre a escravidão e dramas pessoais carregados de emoção. O ritmo varia entre momentos contemplativos, que convidam à reflexão sobre a dor e a superação, e passagens mais dramáticas, que mantêm uma tensão constante sobre o destino dos personagens. A construção dos personagens privilegia a complexidade moral, mostrando figuras nem sempre heróicas ou vilãs, mas humanas em suas escolhas e limitações. O leitor é levado a questionar as relações de poder, o legado histórico e o papel da espiritualidade na transformação pessoal. Essa combinação cria uma experiência de leitura que é ao mesmo tempo dolorosa e esperançosa, convidando a um olhar sensível sobre o passado e suas reverberações.

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