
Título: A Salamanca Do Jarau
Autor: Kipper
Sinopse: A Teiniaguá é uma princesa moura encantada que, nas profundezas do Cerro do Jarau, oferece um prêmio de poder mágico àqueles que superarem sete provas em seu labirinto subterrâneo. Mas para superá-los não basta “ser forte, aguerrido e bravo”, pois alguns desses desafios são testes de virtude e de moral. Mas a Teiniaguá não é só princesa e moura: é feiticeira e mulher. Anhangá-Pitã que não tomou tenência... Um dos grandes nomes da literatura regionalista brasileira, João Simões Lopes Neto (1865-1916, nascido em Pelotas-RS) não se limitou a recolher e transcrever a tradição oral do povo, mas ao mesmo tempo desenvolveu temas universais com estilo inigualável e domínio magistral da linguagem. Kipper desenhou a Teiniaguá pela primeira vez em 1982, quando aos 12 anos morava em Quaraí, cidade que abriga o Cerro do Jarau. Há mais de 25 anos escrevendo e ilustrando profissionalmente quadrinhos, tiras e cartuns, o autor adaptou esta obra com técnicas mistas de ilustração e desenho.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “A Salamanca Do Jarau”, de Kipper, publicado pela editora Editora Estronho, em 2015 e com 92 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Editora Estronho
Páginas: 92
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564590891
ISBN13: 9788564590892
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,420
- Altura (cm): 29,00
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Estronho convidam o leitor a explorar territórios narrativos que transitam entre o mistério, o cotidiano e a cultura pop com um olhar atento a detalhes pouco convencionais. O catálogo reúne obras que vão do horror com relatos de fenômenos estranhos e mutilações inexplicáveis a histórias urbanas marcadas por personagens marginalizados em ambientes reais, como bares paulistanos. Também há espaço para análises culturais e históricas que cruzam cinema, quadrinhos e música, revelando uma preocupação com o contexto social e artístico por trás das obras. O tom varia entre o investigativo e o intimista, com narrativas que ora apresentam ritmo veloz e emocional, ora se debruçam sobre pesquisas e cronologias precisas. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza tanto o conteúdo informativo quanto o literário, com atenção a temas que provocam reflexão e envolvimento afetivo.
