
Título: A SÍRIA EM PEDAÇOS
Autor: Bernardo Pires de Lima
Sinopse: Quatro anos ininterruptos de guerra civil e mais de 150 mil mortos depois, a Guerra Síria tornou-se a maior tragédia do século XXI. Chamar-lhe crise é insultuoso — crise é o que vive Portugal. A Síria vive uma calamidade humana, e o pior é que não tem fim à vista. O território está minado por terroristas de todo o mundo — cinco mil dos quais são europeus —, o que faz da Síria a maior plataforma jihadista da actualidade. No tabuleiro sírio, cruzam-se todas as grandes peças do xadrez internacional e, enquanto a guerra evolui, cada uma delas define o raio de acção, as linhas vermelhas e os mínimos de entendimento, num autêntico circo de feras. Tendo a Síria como centro de gravidade, este livro acompanha as intensas convulsões dos últimos anos no Norte de África e no Médio Oriente: as motivações da «Primavera Árabe», a ascensão e o equilíbrio entre as potências sunitas e xiitas, os posicionamentos das grandes potências externas, o papel das organizações internacionais, o roteiro dos grupos islamitas radicais, e o foco de jihadismo na Europa, que o ataque ao «Charlie Hebdo» aproximou do caos sírio.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A SÍRIA EM PEDAÇOS”, de Bernardo Pires de Lima, publicado pela editora Tinta da China, em 2015 e com 264 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tinta da China
Páginas: 264
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789896712525
Sobre a editora
Os livros da editora Tinta da China costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com uma voz acessível, muitas vezes marcada por um tom próximo e até humorístico. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram temas históricos e políticos com profundidade, como a análise crítica do colonialismo português ou a reflexão sobre regimes autoritários, sempre com um olhar que convida à reflexão. Há também espaço para narrativas pessoais e coletâneas que trazem à tona vozes marginalizadas, como as de mulheres viajantes ou ativistas contemporâneos, o que amplia o alcance da editora para leitores interessados em histórias de resistência e transformação social. A linguagem varia entre o lírico e o seco, o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o humor e a seriedade, a crônica e o estudo, o que sugere um catálogo plural, porém coerente em sua busca por provocar o pensamento e o envolvimento do leitor.
