
Título: A socialização
Autor: Claude Dubar
Sinopse: Por que atualmente se fala em crise das identidades? Essa expressão remete a fenômenos múltiplos - dificuldade de inserção profissional dos jovens, aumento de novas exclusões sociais, confusão das categorias que servem para se definir e para definir os outros... Compreender como se reproduzem e se transformam as identidades sociais implica elucidar os processos de socialização pelos quais elas se constroem e se reconstroem ao longo da vida. A dimensão profissional das identidades adquire uma importância particular. Por ter se tornado um bem raro, o emprego condiciona a construção das identidades sociais; por passar por mudanças impressionantes, o trabalho obriga a transformações identitárias delicadas; por acompanhar cada vez mais as evoluções do trabalho e do emprego, a formação intervém nessas esferas identitárias por muito tempo além do período escolar. Este livro fornece instrumentos de análise, quadros teóricos e resultados empíricos para apreender a dinâmica em curso da socialização profissional e das identidades sociais.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A socialização”, de Claude Dubar, publicado pela editora WMF Martins Fontes - POD, em 2020 e com 370 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: WMF Martins Fontes - POD
Páginas: 370
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578276841
ISBN13: 9788578276843
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 20,80
- Largura (cm): 13,80
- Espessura (cm): 2,10
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora WMF Martins Fontes - POD costuma ser um convite a reflexões profundas sobre cultura, filosofia, direito e artes, com um olhar que equilibra rigor acadêmico e acessibilidade. O catálogo privilegia obras que exploram temas como a memória, a ética, a crítica social e as manifestações culturais brasileiras, especialmente as afro-brasileiras, além de abordagens sobre estética e psicologia. O tom é predominantemente analítico e didático, com textos que variam entre ensaios densos e exposições claras, frequentemente com um ritmo que convida à contemplação e ao debate. Há também uma atenção especial à historicidade dos temas, situando-os em contextos sociais e intelectuais que ajudam o leitor a compreender as transformações culturais e políticas.
