
Título: A Sorrow Beyond Dreams
Autor: Peter Handke
Sinopse: Peter Handke’s mother was an invisible woman. Throughout her life—which spanned the Nazi era, the war, and the postwar consumer economy—she struggled to maintain appearances, only to arrive at a terrible recognition: “I’m not human any more.” Not long after, she killed herself with an overdose of sleeping pills. In her son sits down to record what he knows, or thinks he knows, about his mother’s life and death before, in his words, “the dull speechlessness—the extreme speechlessness” of grief takes hold forever. And yet the experience of speechlessness, as it marks both suffering and love, lies at the heart of Handke’s brief but unforgettable elegy. This austere, scrupulous, and deeply moving book is one of the finest achievements of a great contemporary writer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Sorrow Beyond Dreams”, de Peter Handke, publicado pela editora NYRB Classics, em 2002 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: NYRB Classics
Páginas: 96
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1590170199
ISBN13: 9781590170199
Sobre a editora
Os livros da editora NYRB Classics convidam o leitor a uma imersão em narrativas que transitam entre o histórico, o literário e o filosófico, com uma atenção especial a obras que exploram tensões morais e sociais profundas. O catálogo revela uma predileção por textos que combinam densidade intelectual com uma prosa muitas vezes lírica e precisa, abordando desde relatos de períodos sombrios da história até ficções que desafiam convenções narrativas. Há um equilíbrio entre obras mais narrativas, como contos e romances que exploram relações humanas e conflitos íntimos, e textos mais ensaísticos ou críticos que dialogam com questões filosóficas e culturais. A experiência de leitura tende a ser marcada por um tom sóbrio, por vezes melancólico, que convida à reflexão sobre temas como poder, identidade e memória.
