
Título: A Stranger in Olondria
Autor: Sofia Samatar
Sinopse: Jevick, the pepper merchant's son, has been raised on stories of Olondria, a distant land where books are as common as they are rare in his home. When his father dies and Jevick takes his place on the yearly selling trip to Olondria, Jevick's life is as close to perfect as he can imagine. But just as he revels in Olondria's Rabelaisian Feast of Birds, he is pulled drastically off course and becomes haunted by the ghost of an illiterate young girl. In desperation, Jevick seeks the aid of Olondrian priests and quickly becomes a pawn in the struggle between the empire's two most powerful cults. Yet even as the country shimmers on the cusp of war, he must face his ghost and learn her story before he has any chance of becoming free by setting her free: an ordeal that challenges his understanding of art and life, home and exile, and the limits of that seductive necromancy, reading.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Stranger in Olondria”, de Sofia Samatar, publicado pela editora Small Beer Press, em 2013 e com 300 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Small Beer Press
Páginas: 300
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1618730622
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Small Beer Press oferecem uma experiência de leitura que combina imaginação literária com reflexões profundas sobre o mundo contemporâneo. Em seu catálogo, predominam narrativas que exploram realidades alternativas, memórias e transformações pessoais, muitas vezes entrelaçando elementos fantásticos com contextos históricos ou sociais. A linguagem costuma ser densa e elaborada, com ritmo que varia entre o meditativo e o envolvente, convidando o leitor a mergulhar em histórias que desafiam o tempo e o espaço convencionais. Há obras que transitam entre o fantástico mais lírico e o realismo crítico, sugerindo um equilíbrio entre o narrativo e o ensaístico. Esse conjunto revela uma preferência por vozes que questionam o presente e imaginam outras formas de existência.
