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A Sujeição das Mulheres

Título: A Sujeição das Mulheres

Autor: John Stuart Mill

Sinopse: Este livro do filósofo inglês John Stuart Mill (Londres, Inglaterra, 1806 – Avignon, França, 1873) é uma defesa, em 1869, da “igualdade perfeita”, ou seja, direito iguais perante a lei para todos os homens e mulheres, além de um discurso coerente sobre os distintos papéis de ambos na sociedade, rompendo com a ideia de que as mulheres são seres inferiores aos homens e inaptas para a vida social, política e ao trabalho, mas apenas possuem diferentes aptidões naturais, por exemplo, para trabalhos que precisem de maior atenção a detalhes e pouca força bruta. Para o autor, homens e mulheres possuem os mesmos direitos inalienáveis à vida, liberdade e propriedade privada (a qual Mill chama de “posses”) e devem ter tais direitos protegidos e praticados, onde não há privilégios para uns em detrimentos de outros.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Sujeição das Mulheres”, de John Stuart Mill, publicado pela editora Libertar, em 2015 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Libertar

Páginas: 180

Ano: 2015

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788569892014

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de John Stuart Mill oferece um mergulho denso e racional na reflexão sobre liberdade, ética e sociedade. O tom varia entre o ensaístico e o argumentativo, com passagens que convidam tanto à análise lógica rigorosa quanto à reflexão moral profunda. O ritmo é marcado por construções cuidadosas que exploram conceitos complexos, como a liberdade individual, a igualdade de gênero e a utilidade social, sempre com um olhar que desafia o leitor a questionar estruturas estabelecidas. A tensão se constrói entre a defesa de direitos e a crítica a sistemas opressivos, enquanto o foco intelectual privilegia o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia. Os personagens, quando aparecem, são mais ideias e princípios do que figuras narrativas, o que reforça o caráter filosófico e político da obra. Em seu conjunto, esses livros convidam a um diálogo sobre os limites do poder, o valor da diversidade e a busca por justiça social.

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