
Título: A Sword Upon The Rose (Scottish Medieval #3)
Autor: Brenda Joyce
Sinopse: New York Times bestselling author Brenda Joyce takes you back to the Highlands, where the battle for land, liberty and love rages on... A bastard daughter, Alana was cast away at birth and forgotten by her mighty Comyn family. Raised in solitude by her grandmother, she has remained at a safe distance from the war raging through Scotland. But when a battle comes close to home and she finds herself compelled to save an enemy warrior from death, her own life is thrown into danger. Iain of Islay's allegiance is to the formidable Robert Bruce. His beautiful rescuer captures both his attention and his desire, but Alana must keep her identity a secret even as she is swept up into a wild and forbidden affair. But as Bruce's army begins the final destruction of the earldom, Alana must decide between the family whose acceptance she's always sought, or the man she so wrongly loves.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Sword Upon The Rose (Scottish Medieval #3)”, de Brenda Joyce, publicado pela editora Harlequin HQN, em 2014 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Harlequin HQN
Páginas: 384
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780373778850
Sobre a editora
Os livros da editora Harlequin HQN costumam explorar histórias de romance contemporâneo com personagens que enfrentam conflitos pessoais intensos, muitas vezes em cenários rurais ou pequenas cidades dos Estados Unidos. A narrativa privilegia o desenvolvimento emocional, com tensão crescente entre protagonistas que lidam com traumas do passado, segredos e segundas chances. O tom varia entre o caloroso e o dramático, com ritmo que alterna entre momentos de introspecção e cenas de diálogo carregadas de química. O catálogo indica uma predileção por enredos onde o amor surge como força transformadora, mesmo diante de desafios como desconfianças, diferenças culturais ou dilemas familiares.
