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A Tartaruga Cibernética

Título: A Tartaruga Cibernética

Autor: Hélio Bloch

Sinopse: Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Salatiel ventura; Salô, para os íntimos. Como o Conselheiro Acácio, de Eça de Queirós, O Policarpo Quaresma de Lima Barreto, ou a Capitu de Machado de Assis, Salatiel, o protagonista de Helio Bloch em A Tartaruga Cibernética, veio para incorporar-se definitivamente à paisagem de referências do leitor, que, talvez antes mesmo de terminar a leitura, já o tenha reconhecido entre os colegas de trabalho, na turma do chope ou , muito provavelmente, nas fileiras da intelligentsia nacional. Ambientada na tumultuada década de 60, A Tartaruga Cibernética é uma inteligente e divertidíssima crítica de costumes, onde anedota e ficção, personalidades conhecidas no ambiente artístico cultural da época (algumas delas disfarçadas sobre codinomes mais ou menos decodificáveis) e personagens criadas pela poderosa imaginação do autor combinam-se para dar ao leitor todo o clima e sabor boêmio de um dos períodos de maior efervescência do país. A triste sombra da repressão aparece como indispensável pano de fundo, mas é sobretudo na conversa de bar, mais especificamente à mesa da célebre Fiorentina, que Salô e seus companheiros soltam a voz para falar sobre espetáculos, livros, filmes, a vida alheia, a moça que passa e até política. É nesse ambiente que o leitor vai encontrar Salatiel, um gênio sem obra. Frasista brilhante, senso crítico implacável, culto, engenhoso e... incapaz de realizar uma só de usas ideias. Frustrado em suas pretensões artísticas, Salô decide exercitar seu gênio na construção da própria reputação. Será que uma mentira repetida mil vezes pode de fato tornar-se verdade? Até onde o talento para as relações públicas poderá substituir a obra? Com o poder de observação, o humor e a leveza dos grandes cronistas, Helio Bloch leva Salatiel e o leitor às últimas consequências, porém sem jamais perder a ternura por suas personagem, tão cômica quanto humana.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Tartaruga Cibernética”, de Hélio Bloch, publicado pela editora Editora Expressão Cultural, em 2001 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editora Expressão Cultural

Páginas: 112

Ano: 2001

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8520803164

ISBN13: 9788520803165

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