
Título: A Técnica do Livro Segundo São Jerônimo
Autor: Paulo Evaristo Arns
Sinopse: São Jerônimo foi um dos doutores da Igreja, tendo traduzido a Bíblia para o latim. No Renascimento, foi considerado o patrono dos humanistas, admirado por Erasmo de Roterdã. Albrecht Dürer fez várias representações de São Jerônimo a partir de uma gravura de 1492. Foi um dos santos ao qual se dedicaram grandes artistas, enquanto objeto de sua pintura. O escritor Kenneth Clark dedica uma passagem referente a esse fato, em seu clássico Civilização. A Técnica do Livro Segundo São Jerônimo é o resultado da tese de Dom Paulo Evaristo Arns, defendida na Sorbonne, quando lá se doutorou nos anos 1940. O objetivo da tese de Dom Paulo, como destaca o professor e crítico literário Alfredo Bosi em seu prefácio, “era descrever com exatidão filológica todo o longo processo de composição da escrita, acionado nos primeiros séculos da era cristã”. Nesta edição estão reproduzidas obras de Van Eyck, Caravaggio, Veronese, Rembrandt, De La tour, entre outros, retratando São Jerônimo, permitindo ao leitor, ao final do livro, avaliar sua importância na história da pintura e na formação da civilização ocidental.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Técnica do Livro Segundo São Jerônimo”, de Paulo Evaristo Arns, publicado pela editora IMESP, em 1969 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: IMESP
Páginas: 248
Ano: 1969
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788540101593
ISBN13: 9788540101593
Sobre a editora
Os livros da editora IMESP costumam apresentar uma leitura que mescla história, cultura e artes sob perspectivas detalhadas e documentais. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram trajetórias históricas, biográficas e culturais com atenção a contextos sociais e políticos, muitas vezes com um tom analítico e reflexivo. O catálogo sugere um foco em obras que dialogam com temas paulistas, memórias pessoais, artes plásticas e movimentos culturais, além de relatos que aproximam o leitor de processos históricos complexos, como a formação do Estado e a atuação de instituições públicas. Há também obras que valorizam a oralidade e o registro documental, conferindo um ritmo que pode oscilar entre o didático e o mais narrativo, dependendo do enfoque adotado.
