
Título: A Teoria da Alienação em Marx
Autor: István Meszáros
Sinopse: Escrito por István Mészáros na Inglaterra, em 1970, 'A teoria da alienação em Marx' é um estudo sobre os Manuscritos econômico-filosóficos. Nele, Mészáros analisa a obra na qual Karl Marx estabeleceu as bases do seu sistema filosófico. Nesse sentido, as conclusões do autor vão contra aqueles que dividem Marx entre uma fase 'jovem' e outra do 'velho Marx', mostrando a unidade da sua reflexão e seu projeto intelectual, que une a economia política e filosofia na sua crítica e a necessidade de aliar-se análise e prática política para a superação do capital. O autor analisa um conceito fundamental do pensamento marxista - a alienação. Mészáros retoma e desdobra os vários tipos de alienação do sistema capitalista. Seus aspectos econômicos, políticos, ontológicos, morais e estéticos, nas relações com o trabalho, na separação entre teoria e prática, e entre o homem e a natureza e considerações sobre a sua superação, além do que o autor chama de ordem sócio-metabólica do capital. O livro traz ainda um capítulo sobre a crise da educação e sua relação com a alienação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Teoria da Alienação em Marx”, de István Meszáros, publicado pela editora Boitempo Editorial, em 2006 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Boitempo Editorial
Páginas: 296
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575590804
ISBN13: 9788575590805
Sobre a editora
Os livros da editora Boitempo Editorial convidam a uma leitura densa e crítica, que atravessa temas como economia política, luta social, cultura e história com um olhar atento às contradições do capitalismo contemporâneo. O catálogo privilegia obras que exploram a interseção entre teoria e prática política, frequentemente com foco em marxismo heterodoxo, ecossocialismo e movimentos sociais, revelando tensões entre estruturas econômicas e experiências humanas. A linguagem tende a ser rigorosa e analítica, mas também acessível, com textos que mesclam ensaio, crítica e reflexão histórica, voltados para leitores interessados em compreender as raízes e os desdobramentos das crises sociais e ambientais atuais.
