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A TERCEIRA MENTIRA

Título: A TERCEIRA MENTIRA

Autor: AGOTA KRISTOF

Sinopse: Quando o trânsito entre as fronteiras volta a ser possível, os gêmeos podem enfim se reencontrar e retomar sua narrativa juntos. Mas também as fronteiras entre as vidas, as histórias e as personalidades de um e outro, assim como entre verdade e imaginação, se tornam cada vez mais permeáveis. Terceiro volume da Trilogia dos gêmeos “Ágota Kristóf abre os olhos dos inocentes, dos muito jovens – apenas para revelar um mundo doente, onde a única redenção, se assim podemos chamar, é a coragem de olhar o inferno de frente e não piscar.” – The New York Times “O Grande Caderno despertou em mim uma paixão fria e cruel. [...] É um livro que me fez descobrir que tipo de pessoa eu realmente quero ser.” — Slavoj Žižek “Ágota Kristóf é uma escritora fundamental para mim. Ela nos treina, com a sua linguagem implacável e cristalina, a olhar para tudo, mesmo para o mais terrível, porque, nesse olhar nu, nessa recusa de desviar o olhar, acredito que se encontra, para ela, a chave para a compaixão suprema.” — Fernanda Melchor “A leitura do primeiro livro já é uma experiência literária, mas ler os três seguidos, com o coração prestes a sair pela boca, é uma experiência que não se esquece facilmente. Ágota Kristóf sabe conduzir pelo campo minado que é a literatura, com perigos mortais em cada página, e sair ileso.” — Diari ARA “O Grande Caderno é uma obra extraordinariamente poderosa: tensa, disciplinada, lacônica e profundamente perturbadora.” — The Sydney Morning Herald

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A TERCEIRA MENTIRA”, de AGOTA KRISTOF, publicado pela editora DUBLINENSE e em 2024, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: DUBLINENSE

Páginas:

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: pt

ISBN: 9786555531497

ISBN13: 9786555531497

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Agota Kristof é marcada por uma prosa seca e objetiva, que evita sentimentalismos e adjetivos desnecessários, criando um clima de frieza quase cortante. Essa escrita direta constrói uma tensão constante entre o que é narrado e o que fica subentendido, levando o leitor a questionar a realidade dos fatos e a confiabilidade dos narradores. Os personagens, muitas vezes crianças ou jovens, enfrentam situações extremas de violência, guerra e abandono, e a narrativa acompanha suas estratégias de sobrevivência e suas transformações internas. O ritmo varia entre momentos de relato quase documental e passagens que flertam com o sonho ou o delírio, criando um contraste entre o íntimo e o externo. O humor, quando presente, é sutil e irônico, funcionando como uma espécie de alívio diante do cenário áspero. Ao final, os livros deixam no leitor uma reflexão sobre a crueldade da existência e a complexidade dos sentimentos humanos, especialmente em contextos de sofrimento e perda.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.

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