
Título: A terceira viagem
Autor: Athos Ronaldo Miralha da Cunha
Sinopse: A coletânea “Contos de Pampa e Fronteira” foi o começo desta história. A edição de 2019 reuniu autores do pampa e da fronteira e alguns de longe dos pagos. Fizemos sessões de autógrafos em Uruguaiana e Porto Alegre. E o grupo não se dissipou. Os encontros virtuais permaneceram pelo WhatsApp e no meio do caminho, havia uma pandemia e clausura como consequência. Para enfrentarmos o vírus, começamos a escrever contos e compartilhar com os demais. E logo estávamos escrevendo contos de forma coletiva. Um pequeno salto para os enclausurados dividirem suas experiências literárias e exercitarem a escrita cooperativada. [...] No período de distanciamento social, produzimos mais de trinta contos coletivos. Daria dois livros, mas a publicação impressa não estava em nosso horizonte literário. Mas um dos contos, “A terceira viagem”, recebeu premiação em concurso literário e a ideia do livro físico começou a tomar forma. [Os autores]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A terceira viagem”, de Athos Ronaldo Miralha da Cunha, publicado pela editora Editora Penalux, em 2023 e com 86 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 86
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786558625308
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
