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A Testemunha (Crônicas De R

Título: A Testemunha (Crônicas De R'lyeh)

Autor: Douglas Freitas, Alice Monstrinho

Sinopse: Em 1919, H.P. Lovecraft publicou pela primeira vez o seu conto intitulado DAGON. Esta historieta conquistou o público e a crítica, e até hoje é considerada um dos contos mais famosos do autor e um dos primeiros a tratar dos mitos de Cthulhu, embora tal associação tenha sido feita posteriormente. Dagon é citado em algumas passagens da Bíblia sendo um deus Semita que representava a fertilidade e a abundância na pesca. Entre as citações bíblicas, destaca-se a destruição de seu templo por Sansão. Lovecraft utilizou o personagem em alguns contos, incluindo Dagon no panteão dos mitos lovecraftianos, como Cthulhu, Yog-Sototh, entre outros Em homenagem ao centenário da obra, com roteiros de Douglas Phillips Freitas e arte de Alice Monstrinho, será produzido pela editora Skript um quadrinho que, ao mesmo tempo que dá continuidade aos fatos narrados no conto, revisita o mito da cidade perdida de R’Lyeh. Além disso, essa HQ é também o prelúdio de NAS PROFUNDEZAS DA LOUCURA

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Testemunha (Crônicas De R’lyeh)”, de Douglas Freitas, Alice Monstrinho, publicado pela editora Skript, em 2019 e com 24 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Skript

Páginas: 24

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9786580276042

    Sobre a editora

    Os livros da editora Skript costumam apresentar uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e atmosféricas com uma forte presença da cultura pop e da história das HQs. O catálogo inclui desde adaptações e resgates de tradições mágicas e folclóricas até histórias em quadrinhos que exploram o suspense policial, o noir e o thriller político. A linguagem varia entre o envolvente e o reflexivo, com obras que dialogam com o imaginário coletivo e outras que trazem debates e análises sobre a nona arte, sempre com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico. Há também espaço para a celebração de vozes femininas e para a sátira social, mostrando uma diversidade de temas e tons que se complementam no conjunto.

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