
Título: A Torre de Madalena
Autor: Paulo Roberto Martins Contador
Sinopse: A ignorância e a estupidez humana, consequência direta do fanatismo religioso, se fortaleceu no Período Medieval e serviu de base para, por volta do século X, ser criada a inquisição católica na Europa. Em nome de deus justificava-se tudo, milhões de pessoas foram presas, torturadas e assassinadas durante cerca de mil anos. Aqui é apresentado, além de fatos históricos, a vida de Madalena, nome que não foi escolho ao acaso, uma mulher reacionária, que depois de ter a família dilacerada pela inquisição, resolve se vingar e lutar contra o sistema. De pecadora na história a heroína neste romance, Madalena é um modelo de mulher que não existiu, mas que tenta resgatar a capacidade de luta e de enfrentamento do chamado sexo chamado frágil num dos períodos mais difíceis da história para a mulher. Não é necessário ser um grande historiador para entender a submissão e o preconceito a que, durante séculos, a mulher foi submetida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Torre de Madalena”, de Paulo Roberto Martins Contador, publicado pela editora Bookess, em 2011 e com 228 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bookess
Páginas: 228
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Bookess apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o fantástico, o espiritual e o cotidiano, muitas vezes explorando conflitos internos e dilemas existenciais. O catálogo sugere uma predileção por histórias que mesclam elementos sobrenaturais, como vampiros e seres espirituais, com dramas pessoais intensos, incluindo relações amorosas complexas e desafios sociais. A leitura frequentemente envolve personagens jovens ou em transição, imersos em ambientes que vão do urbano contemporâneo a cenários históricos e imaginários, com um tom que pode variar do introspectivo ao tenso. Essa diversidade cria um ritmo que ora é mais contemplativo e psicológico, ora mais dinâmico e cheio de reviravoltas.
