
Título: A Última Arma: Coleção Argonauta nr 199
Autor: Algis Budrys
Sinopse: A guerra no tempo - a pior das guerras. Aquele era o século XXV. Mas, a todo o momento, havia que regressar ao passado, para eliminar, uma a uma, as manobras do inimigo. Porque um pequeno acontecimento, milhões de anos antes, ou centenas de milhares de anos antes, determinara os carácteres dos homens, das coiss, das ideias do mundo moderno. Suprimido ou alterado esse acontecimento, o mundo do século XXV modificar-se-ia profundamente. Poderia até ser destruído. E o inimigo bem o sabia. Um inimigo verdadeiramente inumano. Porque era uma máquina. Máquina de matar - a mais perfeita, concebida por uma raça esquecida e morta. Um máquina cuja inteligência era maior que a de milhões e milhões de homens em conjunto. E que apenas tinha por objectivo destruir a vida. No presente, no passado. E até no futuro. Eis o tema de A Última Arma, a obra de Algis Budrys. ==== https://coleccaoargonauta.blogspot.com/2011/09/n-199-ultima-arma.html?m=1
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Última Arma: Coleção Argonauta nr 199”, de Algis Budrys, publicado pela editora [Lisboa] Ed. Livros do Brasil, em 1973 e com 207 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: [Lisboa] Ed. Livros do Brasil
Páginas: 207
Ano: 1973
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora [Lisboa] Ed. Livros do Brasil apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram o tempo, a ciência e a condição humana sob diferentes perspectivas. O catálogo sugere uma preferência por obras de ficção científica que dialogam com conceitos complexos, como viagens no tempo, poderes psíquicos e universos distópicos, mas também inclui textos com reflexões filosóficas e críticas sociais. O tom varia entre o irônico e o dramático, com ritmo que pode ir do suspense à contemplação, dependendo da obra. As histórias frequentemente envolvem conflitos entre tecnologia e humanidade, além de explorar culturas e civilizações, sejam elas humanas ou alienígenas.
