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A última azagaia

Título: A última azagaia

Autor: Pedro Taves

Sinopse: Dois garotos, um branco e um índio, irmanam-se na luta contra a aculturação e extermínio dos indígenas. A azagaia do cacique cadiueu passa aos seus descendentes como símbolo e arma que mantém viva a luta interior dos índios pela manutenção de sua cultura e contra os usurpadores de suas terras. "do tempo da zagaia: quando era utilizada à caça a onça (...) a lâmina é larga e afiada até quase o pé ficando uma pequena distancia da guarda sem corte, para não rasgar o couro da onça. A guarda serve para manter as garras do jaguar afastadas do zagaieiro'.' |...| “Os cadiueus substituíram a antiga lança dos ataques a cavalo, longa e delgada, pela azagaia de lâmina espessa e larga, em cabo grosso e mais curto de xamacoco, cerne de louro preto ou guatambu, para os combates com as gigantes canguçus e malhas largas. A azagaia de Mbaiá, presente de um oficial de marinha, tinha sido feita na Base Naval de Ladário, ao longo do rio Paraguai, acima da Reserva dos Guaicurus em Mato Grosso, com aço especial, cunha interna de expansão, para mais fortemente fixar o cabo, e contrapino de segurança".

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A última azagaia”, de Pedro Taves, publicado pela editora Brasiliense, (SP), em 1977 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Brasiliense, (SP)

Páginas: 120

Ano: 1977

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Brasiliense, (SP) costumam explorar narrativas densas e marcadas por conflitos sociais e pessoais intensos, frequentemente ambientados em cenários urbanos ou históricos carregados de tensão. O catálogo revela uma predileção por histórias que transitam entre a ficção e a não-ficção, com forte presença de biografias, memórias e crônicas que dialogam com temas como política, cultura e identidade. A linguagem varia do tom dramático ao ensaístico, oferecendo tanto relatos mais narrativos e emotivos quanto abordagens informativas e analíticas. Há também um interesse recorrente por personagens jovens adultos em situações de transformação ou resistência, o que confere ao conjunto uma pulsação contemporânea e reflexiva.

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