
Título: A Última Carta de Amor
Autor: Jojo Moyes
Sinopse: Algumas palavras podem terminar uma relação ou fazer renascer um amor perdido Inglaterra, 1960. Quando Jennifer Stirling, uma mulher de vinte e sete anos, acorda no hospital, após um trágico acidente de automóvel, não tem qualquer lembrança da sua vida passada. Não reconhece o marido, não recorda a sua própria casa e tão-pouco se identifica com a vida que lhe dizem ser a sua. Quando encontra uma carta apaixonada, escrita por um homem que assina apenas «B» e que lhe pede para abandonar o marido, irá a todo o custo tentar descobrir a identidade desse homem, enquanto enfrenta os preconceitos sociais estabelecidos. Anos volvidos, em 2003, uma outra mulher, Ellie, descobre nos arquivos poeirentos do jornal onde trabalha a mesma carta enigmática. Fica de imediato obcecada pela história, que lhe permitirá escrever um artigo que relance a sua carreira e talvez até a ajude a lidar com a sua própria vida amorosa. Afinal, se aquela história tiver tido um final feliz, quem lhe garantirá que o homem com quem se envolveu não acabe também por deixar a mulher? Uma história de amor apaixonante e arrebatadora, com um final absolutamente inesperado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Última Carta de Amor”, de Jojo Moyes, publicado pela editora Porto, em 2012 e com 456 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Porto
Páginas: 456
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9720043709
ISBN13: 9789720043702
Sobre a editora
Os livros da editora Porto trazem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas densas e textos de caráter mais didático ou analítico. O catálogo sugere uma atenção especial a temas históricos e culturais, como a exploração do petróleo no Brasil e histórias locais que revelam o cotidiano e a memória de cidades. Há também obras que exploram questões sociais, políticas e psicológicas, frequentemente com um tom reflexivo e crítico, como textos sobre sexualidade, educação e direitos trabalhistas. Em termos de narrativa, o leitor pode encontrar desde dramas familiares intensos até romances que exploram relações humanas com um ritmo que varia entre o contemplativo e o envolvente.
