
Título: A Última Casa de Ópio
Autor: Nick Tosches
Sinopse: "'A Última Casa de Ópio' é uma viagem em busca dos resquícios de uma tradição que caminha para a extinção. Partindo de Nova York rumo ao Extremo Oriente, Tosches revela lugares improváveis, acontecimentos impossíveis, pessoas incríveis e, acima de tudo, mostra o quanto nossa disparada enlouquecida ao futuro destrói costumes nobres. Pode-se perguntar - 'o que há de tão nobre em fumar ópio?' A narrativa envolvente de Tosches, recheada de interessantes referências históricas, resgata o lado sagrado e mitológico no consumo das 'lágrimas de Afrodite', conferindo ao controverso e milenar hábito uma deliciosa aura de requinte, que seduz até o mais conservador dos leitores. Com o olhar treinado do bom jornalista, ao melhor estilo que consagrou Hunter Thompson e Lester Bangs, a obra de Tosches revela toda sua honestidade e mostra que ainda há espaço para surpresas".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Última Casa de Ópio”, de Nick Tosches, publicado pela editora Conrad, em 2006 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 96
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
