
Título: A Última Delegacia
Autor: Patricia Cornwell
Sinopse: A Última Delegacia é o 11o. livro protagonizado pela dra. Kay Scarpetta, a médica-legista da Virginia que transformou Patricia D. Cornwell numa das escritoras de policiais mais lidas dos últimos tempos. A trama se inicia imediatamente após os episódios finais de Alerta negro, quando a dra. Scarpetta é atacada em casa pelo criminoso Jean-Baptiste Chandonne - um francês cuja família chefia um cartel internacional do crime e que sofre de uma doença congênita que provoca o crescimento exagerado de pêlos do corpo, razão pela qual ele próprio se denomina Lobisomem. Em decorrência do ataque, Scarpetta é obrigada a se mudar para a casa de uma amiga de longa data. Mas perde o chão ao ser acusada de um dos assassinatos cometidos por Chandonne, o criminoso que a atacara. Sozinha, impedida de viver em sua casa e principal suspeita em um crime hediondo, a dra. Scarpetta vive os piores dias de sua carreira e de sua vida.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Última Delegacia”, de Patricia Cornwell, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2005 e com 544 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 544
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535907017
ISBN13: 9788535907018
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,560
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
