
Título: A Última Transmissão
Autor: Greil Marcus
Sinopse: A Coleção IêIêIê apresenta aos leitores brasileiros a obra de grandes críticos musicais do mundo todo. Rock and roll como literatura e literatura como rock and roll. A Última Transmissão, segundo livro da coleção, traz textos de Greil Marcus, crítico musical que tratou o rock e o punk como fenômeno social e os introduziu no meio acadêmico. O livro é um retrato do rock em seus momentos de glória e miséria. Greil Marcus fala de Elvis Presley como uma celebração da criação de símbolos; da explosão e da agonia do punk, de suas raízes dadaístas ao seu emudecimento como força de oposição; faz ligações inesperadas entre Bruce Springsteen, Lênin e Beethoven; fala de Elvis Costello e de sua tristeza com a ditadura de Margareth Thatcher.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Última Transmissão”, de Greil Marcus, publicado pela editora Conrad, em 2006 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 160
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576161389
ISBN13: 9788576161387
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
