
Título: A Verdade de Chindo Luz
Autor: Joaquim Arena
Sinopse: O mistério de África nas noites lisboetas e a busca das origens num grande romance luso-africano Arsénio Cruz é um jornalista que durante semanas acompanhou a ascensão meteórica de Chindo Luz à categoria de estrela televisiva do momento. O suicídio de Chindo Luz, depois de vencer um reality show de sucesso, deixa todos espantados e é motivo suficiente para que Baldo, o irmão mais novo, inicie uma investigação sobre o caso. Baldo e Chindo cresceram num dos bairros da zona oriental de Lisboa, no seio de uma família de emigrantes cabo-verdianos. Após o 25 de Abril, a família ocupou um casarão antigo, local de passagem para muitos compatriotas. Após a morte do irmão, Baldo acompanha a mãe por uma errância pela ilha natal, onde conhecerá Eva Lima, responsável por uma ONG, que o vai recolocar, com a ajuda de Arsénio Cruz, na pista do misterioso desaparecimento de Chindo Luz. Traçando um primoroso retrato de um certo Portugal dos últimos trinta anos, A verdade de Chindo Luz é uma obra que nos apresenta o processo de descoberta da identidade cultural pelas comunidades emigrantes que habitam na orla das grandes cidades, mas que nos proporciona, também, uma viagem ao mundo das figuras saudosistas da dolce vita das colónias sob os auspícios do Império.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Verdade de Chindo Luz”, de Joaquim Arena, publicado pela editora Oficina do Livro, em 2006 e com 246 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oficina do Livro
Páginas: 246
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895551908
ISBN13: 9789895551903
Sobre a editora
Os livros da editora Oficina do Livro apresentam uma variedade que vai do romance histórico ao infantojuvenil, sempre com um forte componente narrativo e personagens complexos. A experiência de leitura frequentemente envolve imersão em contextos históricos ou sociais detalhados, como guerras, revoluções e transformações culturais, mas também se estende a histórias de mistério e aventuras juvenis. O tom varia entre o dramático e o intimista, com obras que exploram tanto conflitos pessoais profundos quanto tramas de suspense e investigação. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que equilibram emoção e reflexão, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo da obra.
