Título: A vida de Jesus em ícones
Autor: Gabriele Bragantini
Sinopse: Por Giuseppe Pasotto, administrador apostólico do Cáucaso para os Latinos Quando o amor entra no tempo se faz história e... torna-se vida. É por isso que resulta sempre fascinante e continuamente surpreendente conseguir ir além dos fatos para encontrar o fio de amor que os liga. Abrir a Bíblia Sagrada é entrar, por dom, por graça, nesse duplo mistério. Na Igreja Catedral de Santa Maria Assunta em Tbilise (Geórgia), “a Palavra da Vida” está exposta solenemente no ambão e também em 130 ícones do Antigo e do Novo Testamento, dignamente colocados nas paredes laterais. Este livro não nos faz tocar os ícones da Bíblia de Tbilise, afixados na Igreja católica latina de Tbilise, mas apenas no-los apresenta em imagens. Mais exatamente, apresenta-nos o livro das imagens da Bíblia de Tbilise relativas à “vida de Jesus”. Desejo a ti, que folheias este livro, ou se vieres visitar a nossa igreja, onde esses ícones estão reunidos, que possas captar aquela Presença que fixa o olhar em ti, te chama pelo nome, te ama e te transfigura.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A vida de Jesus em ícones”, de Gabriele Bragantini, publicado pela editora Edições Loyola, em 2008 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 152
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8515035413
ISBN13: 9788515035410
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
