
Título: A vida é uma palavra muito curta
Autor: Mário Baggio
Sinopse: “A vida é uma palavra muito curta” é uma coletânea de contos sobre o tempo. Não o tempo do relógio, aquele que nos obriga a correr para cumprir compromissos, mas também sobre ele, em certa medida. O foco principal, no entanto, é sobre os momentos em que tomamos rapidamente uma decisão para sofrer, lá na frente, as consequências desse ato. Ou, por outro lado, os momentos em que nada fazemos, por medo ou omissão, sofrendo, da mesma forma, as consequências dessa inércia. O conjunto de contos é dividido em 3 partes: “A eternidade do instante” (quando a vida nos presenteia – ou nos amaldiçoa – com aqueles segundos que passam como as faíscas de um palito de fósforo ou, ao contrário, com aqueles instantes que parecem eternos; nos dois modos somos instados a tomar decisões e sofrer as consequências que, sempre, são inevitáveis), “O tempo em tempo de estio” (quando o tempo parece parar e nos proporcionar instantes de contemplação e reflexão; aqui, os textos ganham uma vestimenta poética) e “O futuro foi muito pior” (aqui estão elas, as consequências do que foi feito lá atrás).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A vida é uma palavra muito curta”, de Mário Baggio, publicado pela editora Editora Penalux, em 2024 e com 222 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 222
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558626225
ISBN13: 9786558626220
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
