
Título: A vida em clave de dó: de Zenaide Almeida Costa
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Tendo como centro a infância da autora, este romance de memórias, da mesma tradição literária de "Minha vida de menina", de Helena Morley, retrata com delicadeza, humor e emoção a vida no interior do Rio Grande do Norte nas décadas de 20 e 30, narrando o cotidiano, as tradições e a história de formação da cidade de São Miguel, incluindo grandes eventos como a passagem da Coluna Prestes, o cangaço e a seca. "Alguém já disse que a alma do homem do Nordeste é como as palmeiras que o cobrem: apegadas à terra, as raízes profundas resistindo às intempéries, acabrunhando-se um pouco quando o céu lhes nega chuva, mas sobrevivendo e permanecendo eretas no seu lugar. Só mesmo os raios, que às vezes as partem de meio a meio, ou as torrentes, quando o céu se excede, as fazem cair ou as arrastam do seu chão. Somente as secas e a morte fazem o nordestino abandonar a sua morada. Com as chuvas ele volta. Se não consegue fazê-lo, como acontece a alguns que vão para o Norte ou para o Sul, eles criam, onde estiverem, um Nordeste dentro de si mesmos. É por isto que eles voltam!" Zenaide de Almeida Costa foi escritora, poetisa e musicista. Publicou “A vida em Clave de Dó” em 1979, tendo sido a primeira potiguar a publicar um romance. Natural de São Miguel, faleceu em março de 2016, aos 92 anos de idade, em Recife.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A vida em clave de dó: de Zenaide Almeida Costa”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Sebo Vermelho, em 2005 e com 121 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sebo Vermelho
Páginas: 121
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Sebo Vermelho costumam transportar o leitor a cenários históricos e regionais marcantes, especialmente do Nordeste brasileiro, com foco no Rio Grande do Norte. As narrativas frequentemente exploram personagens reais ou inspirados em figuras históricas, como coronéis, cangaceiros e líderes locais, além de trazer memórias e biografias que revelam tensões sociais, políticas e culturais. O tom varia entre o lírico e o documental, com algumas obras adotando um ritmo mais reflexivo, outras uma prosa mais direta e crítica. O catálogo sugere um interesse por histórias que dialogam com o passado e que, por vezes, apresentam conflitos entre tradição e modernidade, além de temas como identidade regional, poder e resistência.
