
Título: A Virgem Guaraciaba (Crónicas Brasileiras #1)
Autor: Pinheiro Chagas, Manuel Pinheiro Chagas, M. Pinheiro Chagas
Sinopse: [Chronicas brazileiras, vol. I] A virgem Guaraciaba (1865-1866) é o primeiro romance histórico escrito e publicado por Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895): a heroína, Beatriz de Souza, bela e sedutora virgem, atrai Caetéguara -- o chefe indígena de uma tribo rebelde no Brasil de 1550. A paixão é arrebatadora: o cacique tupinambá abandona a precaução e não se acautela mais que a jovem foi empenhada em uma causa sagrada -- ajudar a converter os aborígenes indígenas onde os Jesuítas instalavam as suas missões. A sedução era a principal arma dos padres e utilizam-na bem. O problema se coloca quando Jaime, o noivo de Beatriz, descobre. . . E tudo fará para se vingar de Caetéguara! ==== Pinheiro Chagas, um escritor olvidado, Cap. III, p. 102-112. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8156/tde-25102012-125315/
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Virgem Guaraciaba (Crónicas Brasileiras #1)”, de Pinheiro Chagas, Manuel Pinheiro Chagas, M. Pinheiro Chagas, publicado pela editora (zero papel), em 2012 e com 270 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: (zero papel)
Páginas: 270
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora (Zero Papel) transporta o leitor para cenários históricos e sociais de séculos passados, frequentemente ambientados em Portugal e no Brasil do século XIX. O catálogo privilegia narrativas que exploram conflitos políticos, sociais e familiares, muitas vezes com personagens que enfrentam dilemas éticos e decisões difíceis em contextos de revoltas, restaurações e transformações sociais. O tom varia entre o drama intenso e o humor sutil, com algumas obras apresentando uma escrita mais realista e outras narrativas que incorporam elementos românticos ou até fantásticos. O ritmo das histórias pode oscilar entre a tensão crescente de revoluções e o desenrolar pausado de dramas pessoais, oferecendo uma experiência de leitura densa e reflexiva.
