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A visita do Brutamontes

Título: A visita do Brutamontes

Autor: Jennifer Egan

Sinopse: Bennie Salazar, antigo punk rocker, está a envelhecer e é agora um executivo discográfico; Sasha é a sua assistente, uma jovem mulher impetuosa e cleptomaníaca. Apesar de Bennie e Sasha nunca chegarem a descobrir o passado do outro, o leitor vai conhecê-lo, até ao mais íntimo detalhe, bem como a vida secreta de um variadíssimo leque de personagens, cujos caminhos se cruzam com os deles ao longo de muitos anos e muitos lugares: Nova Iorque, São Francisco, Nápoles e África. A Visita do Brutamontes é um livro sobre a interação do tempo e da música, a capacidade de sobreviver, e as mudanças e transformações, quando inexoravelmente postas em movimento ainda que pelas mais efémeras conjunturas do nosso destino. Numa arrebatadora plêiade de estilos e registos - da tragédia à sátira, passando pelo Power Point - Egan captura a corrente que nos atrai para a auto-destruição - à qual sucumbimos se não a soubermos dominar; a fome de redenção de cada homem e mulher; e a tendência universal para alcançar ambas através da ação "condutora" da arte e a música e escapando à impiedosa passagem do tempo. Um livro astuto, surpreendente e hilariante.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A visita do Brutamontes”, de Jennifer Egan, publicado pela editora Quetzal, em 2012 e com 376 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Quetzal

Páginas: 376

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9897220046

ISBN13: 9789897220043

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jennifer Egan é marcada por uma narrativa que oscila entre o íntimo e o panorâmico, explorando o tempo e as transformações pessoais com um olhar atento às contradições da vida contemporânea. A prosa varia entre o detalhamento emocional profundo e passagens que se desdobram em múltiplos pontos de vista, criando uma experiência caleidoscópica que desafia o ritmo linear. A autora constrói personagens complexos, muitas vezes em situações de crise ou mudança, onde a memória, a identidade e as expectativas se entrelaçam. Há uma tensão constante entre o que os personagens esperam da vida e as realidades que enfrentam, com um tom que pode ser ao mesmo tempo melancólico e irônico. Nos livros de Jennifer Egan, o leitor encontra também uma reflexão sobre a tecnologia e suas implicações, especialmente no mundo digital e hiperconectado, sem perder o foco nas relações humanas e suas fragilidades.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Quetzal convidam o leitor a atravessar paisagens culturais e existenciais densas, onde a língua portuguesa e suas raízes são exploradas em múltiplas vozes. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, como romances que desvendam a identidade rural portuguesa e a complexidade das relações familiares, ao lado de ensaios filosóficos e textos de viagem que refletem sobre a condição humana e o movimento pelo mundo. A poesia aparece como contraponto, oferecendo uma leitura mais concentrada e lírica, enquanto obras de caráter religioso e teológico ganham espaço com linguagem contemporânea e acessível. O tom geral oscila entre o reflexivo e o narrativo, com ritmo que pode variar do lento e contemplativo ao mais tenso e envolvente, conforme o tema abordado.

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