
Título: A Volta do Pequeno Príncipe
Autor: Luciula Soares
Sinopse: A autora, carioca, escreveu o livro aos vinte e tantos anos, por saudade do Pequeno Príncipe. Seria um reencontro com um mundo onírico ou uma catarse de sua nostalgia. Não sonhava aproximar-se da qualidade da obra originária, mas, ao menos, poder captar-lhe o espírito. Guardado por muitos anos, era revisitado, de tempos em tempos; e sentia sempre o mesmo prazer em revê-lo. Alguns amigos aconselharam-na a publicá-lo, mas não se inclinava a tanta audácia. Diante da insistência, procurou informar-se desta possibilidade e soube da necessidade de aguardar 70 anos, após o falecimento do autor da obra originária, o Pequeno Príncipe, para poder utilizar a personagem. Não obstante suas dúvidas quanto à conveniência da publicação e de seu atrevimento, decidiu aguardar que o tempo trouxesse a resposta. Enfim, passados 50 anos, vencida a covardia e assumindo a ousadia, decidiu expor-se e tentar trazê-lo de volta.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “A Volta do Pequeno Príncipe”, de Luciula Soares, publicado pela editora Chiado, em 2016 e com 70 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Chiado
Páginas: 70
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789895172429
Sobre a editora
Os livros da editora Chiado apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com forte presença de histórias que exploram emoções humanas intensas e dilemas pessoais. O catálogo revela obras que vão do erótico explícito a relatos de conflitos familiares e existenciais, passando por tramas que envolvem mistério, fantasia e reflexões filosóficas. Muitas histórias se desenrolam em cenários urbanos brasileiros, enquanto outras se aventuram em reinos imaginários ou dimensões paralelas, mostrando uma diversidade de ambientações. A linguagem varia do poético e introspectivo ao direto e cru, com ritmo que ora se concentra na tensão dramática, ora privilegia a fluidez de crônicas e contos curtos. Essa pluralidade sugere que o leitor encontrará tanto textos mais densos e reflexivos quanto leituras ágeis e envolventes.
