
Título: A Voz do Silêncio - Volume 6
Autor: Yoshitoki Oima
Sinopse: Shouya é um bully, suas brincadeiras infantis são uma verdadeira tortura para sua colega de classe, Shouko, uma nova aluna surda. Conforme a coisa piora e todos ao seu redor parecem ignorar ou estimular as brincadeiras maldosas, Shouya passa dos limites, forçando Shouko a mudar de escola. Tendo sido considerado o culpado por tudo, agora é ele quem sofre torturas e bullying, aprendendo na pele o seu erro. Agora, seis anos depois, o rapaz decide encarar de frente a menina que atormentou e tentar corrigir os erros do seu passado. Será que ele conseguirá sua redenção?Ganhador de diversos prêmios no mundo todo, A Voz do Silêncio, no original Koe no Katachi, chegou a ser adaptado para as telonas no final de 2016, tornando-se um dos grandes sucessos do ano.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “A Voz do Silêncio – Volume 6”, de Yoshitoki Oima, publicado pela editora NewPOP, em 2018 e com 200 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: NewPOP
Páginas: 200
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8583621322
ISBN13: 9788583621324
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora NewPop costumam mergulhar em universos que misturam fantasia, drama e conflitos humanos intensos, geralmente com protagonistas jovens enfrentando dilemas profundos. Muitas narrativas exploram mundos paralelos, poderes sobrenaturais ou realidades alternativas, onde os personagens precisam lidar com perdas, amadurecimento precoce e relações complexas. O tom varia entre o sombrio e o esperançoso, com histórias que combinam ação e suspense a momentos de introspecção e emoção delicada. A presença recorrente de personagens adolescentes e jovens adultos cria uma experiência de leitura que dialoga com temas de identidade, redenção e sobrevivência, em um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo.
