
Título: A Zona de Desconforto
Autor: Jonathan Franzen
Sinopse: Nas suas proprias palavras, Jonathan Franzen era o tipo de rapaz que tinha medo de aranhas, bailes do liceu, urinois, professores de musica, bumerangues, de raparigas populares - e dos pais. N?o tinha nada contra os miudos totos, a n?o ser o panico de que o tomassem por um deles, destino que resultaria para ele na imediata Morte Social. Encarando a puberdade da mesma forma que um mestre falsario encara uma encomenda particularmente dificil, fingia-se um tipo que dizia muitas vezes "merda" com a maior naturalidade e que n?o gostava de fazer calculos na sua nova calculadora Texas Instruments de seis func?es. A Zona de Desconforto e a memoria intima que Franzen guarda do seu crescimento dentro de uma pele hipersensivel, de "uma pessoa pequena e fundamentalmente ridicula", passando por uma adolescencia estranhamente feliz, ate um adulto de paix?es fortes e inconvenientes. A sua historia pessoal de uma juventude vivida no Midwest e uma idade adulta vivida em Nova Iorque e condimentada pela mesma mistura de ironia e afecto que caracteriza a sua ficc?o; o resultado e um retrato fascinante de um americano que harmoniza de forma impar a raz?o e o corac?o.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Zona de Desconforto”, de Jonathan Franzen, publicado pela editora Leya, em 2015 e com 193 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Leya
Páginas: 193
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722057898
ISBN13: 9789722057899
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
