
Título: Abaixo o casarão da loucura
Autor: Tomaz Civatti
Sinopse: Trancafiada na Casa de Alienados Alcântara e Bernardes, Luena carrega consigo a chave para desvendar o passado e o futuro do Vale do Anhangá. Sua jornada, entretanto, não é a do herói triunfante que irrompe sozinho contra o destino e o subjuga. Antes, a vitória de Luena dependerá das alianças que fizer em seu caminho, que apenas unidos conseguirão forças para derrubar as opressões fincadas no topo de tudo: o Casarão no pico do Vale. Com uma narrativa multifacetada que mistura cosmovisões, sonhos e crítica social, Abaixo o casarão da loucura ousa romper a inércia dos impossíveis ao imaginar, entre realidade e utopia. a luta de suas personagens contra o discurso manicomial e os fantasmas do esquecimento
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Abaixo o casarão da loucura”, de Tomaz Civatti, publicado pela editora Libertinagem, em 2025 e com 360 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Libertinagem
Páginas: 360
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6585976479
ISBN13: 9786585976473
Sobre a editora
Os livros da editora Libertinagem trazem uma leitura marcada por vozes intensas e subjetivas, que frequentemente exploram emoções cruas e experiências pessoais em narrativas densas e poéticas. O catálogo revela uma preferência por textos que transitam entre o fluxo de consciência e a poesia, com um tom introspectivo e às vezes melancólico, onde o cotidiano e o íntimo se entrelaçam com temas como memória, dor, e relações humanas. Há obras que se aprofundam em conflitos internos e existenciais, enquanto outras apresentam relatos de ambientes sociais e comunitários, sempre com uma linguagem que privilegia o sensorial e o emocional. O material de apresentação indica que a editora valoriza uma escrita que não se prende a formatos tradicionais, mesclando prosa e poesia, e que pode oscilar entre o narrativo e o fragmentado.
