
Título: ABC do Comunismo
Autor: Nikolai Bukharin
Sinopse: O ABC do Comunismo transcende os limites da simples exposição para simpatizantes da concepção marxista de Sociedade. É obra de relevante valor científico que deve ser lida por quantos se interessem pelos estudos da economia, sociologia e política, sem preocupações sectárias ou de partidarismos políticos. O ABC do Comunismo não é uma obra teórica, trata-se de uma síntese didática da ideologia marxista, destinada especialmente aos leitores principiantes, muito embora exista bastante rigor em termos de elaboração, Bukharin inicia a abordagem do marxismo afirmando que todo partido, como expressão de uma determinada classe, tem que ter um programa e que todo programa deve ter objetivos estratégicos claros: "A totalidade dos fins visados por um partido constitui o programa desse partido. Para cada partido o programa é o que há de mais importante. É segundo seu programa que se pode julgar que interesse um partido defende". Os ricos, por exemplo, se organizam para defender a propriedade privada e seus privilégios. Por tanto, seu programa é uma plataforma de defesa de sua classe.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “ABC do Comunismo”, de Nikolai Bukharin, publicado pela editora Edipro, em 2002 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edipro
Páginas: 142
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8572833528
ISBN13: 9788572833523
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Edipro revela um foco claro em obras densas e técnicas, voltadas principalmente para o campo do Direito e das ciências sociais aplicadas. O catálogo privilegia textos que combinam rigor acadêmico com atualizações legislativas, como manuais sobre legislação, compilações de normas jurídicas e análises aprofundadas de temas como direito penal, direito civil e filosofia do direito. A linguagem tende a ser formal e precisa, adequada a profissionais, estudantes e operadores do Direito, com obras que frequentemente apresentam notas explicativas, índices remissivos e atualizações legislativas recentes. Além disso, há espaço para clássicos da filosofia e da política, que dialogam com temas jurídicos e sociais, conferindo um tom reflexivo e histórico ao conjunto editorial.
