
Título: Abstracao Como Linguagem. Perfil de um Acervo
Autor: Pinakotheke Pinakotheke
Sinopse: ´Abstração como linguagem´ é um catálogo de 34 reproduções de pinturas e esculturas, além de uma série inédita de imagens dos artistas em seus ateliês e imagens das Bienais. O catálogo traz obras dos pintores - Antônio Bandeira (1922-1967), Iberê Cam argo (1914-1994), Yolanda Mohalyi (1909-1978), e Manabu Mabe (1924-1997), Tomie Ohtake, Flávio-Shiró e Kazuo Wakabayashi, e os escultores Bruno Giorgi (1905-1993) e Frans Krajcberg. Uma singularidade da coleção é a monumentalidade das obras, cabendo destacar - Bandeira, com o tríptico Sol e paisagem azul, de 1966, Shiró, com o tríptico Entre caos e ordem, de 1965, que segundo depoimento do artista, foi realizado no período da ditadura militar e por anos foi censurado não podendo ser exposto. Mab e com Abstração em branco, as sombras projetadas de Krajcberg e Bruno Giorgi, com Pedra miliar, de 1968, mármore de Carrara. Além disso, a edição bilíngüe conta com biografias de todos os artistas apresentados.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Abstracao Como Linguagem. Perfil de um Acervo”, de Pinakotheke Pinakotheke, publicado pela editora PINAKOTHEKE, em 2004 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: PINAKOTHEKE
Páginas: 112
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571910227
ISBN13: 9788571910225
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 27,00
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Pinakotheke convidam o leitor a uma imersão no universo das artes visuais, com obras que transitam entre o ensaio fotográfico, a história da arte e a narrativa literária inspirada em pinturas e esculturas. A experiência de leitura frequentemente combina um olhar sensível sobre artistas e movimentos, com registros que vão do íntimo ao histórico, passando por panoramas amplos da produção artística brasileira e internacional. O catálogo apresenta tanto publicações mais densas e documentais, quanto outras com tom mais leve e acessível, incluindo títulos para o público infantojuvenil. A diversidade de formatos e abordagens sugere um equilíbrio entre obras com caráter mais informativo e outras que exploram a criatividade e a interpretação artística.
