
Título: Açores: Travessias
Autor: Junkes Lauro
Sinopse: (...) A contribuição mais específica dos açorianos, em Santa Catarina, parece ter-se manifestado nas áreas da cultura popular – engenhos de farinha, olarias, atividades artesanais, e da religiosidade, não isenta de crendices e superstições. Povo alegre e expansivo, preservou e desenvolveu festividades religioso-populares, como aquelas que se dirigiam ao Espírito Santo, o “Império do Divino” e as festas joaninas ou juninas, que tinham seu ponto alto na festa de São João Batista. (...) Restringimos, porém, o enfoque sobre cinco ficcionistas que resgataram sistematicamente inúmeros traços do lastro açoriano, incorporando-os às suas narrativas, constituindo até mesmo elementos determinantes na elaboração de suas obras: Virgílio Várzea, Othon D’Eça, Franklin Cascaes, Almiro Caldeira de Andrade e Flávio José Cardozo.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Açores: Travessias”, de Junkes Lauro, publicado pela editora Insular, em 2007 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Insular
Páginas: 200
Ano: 2007
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574741841
ISBN13: 9788574741840
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
