
Título: Acorn
Autor: Yoko Ono
Sinopse: "It's nearly 50 years ago that my book of conceptual instructions Grapefruit was first published. In these pages I'm picking up where I left off. After each day of sharing the instructions you should feel free to question, discuss, and/or report what your mind tells you. I'm just planting the seeds. Have fun." - Yoko Ono Legendary avant-garde icon Yoko Ono has inspired generations of artists and performers. In Acorn, she offers enchanting and thought-provoking exercises that open our eyes-and all of our senses - to more creative and mindful ways of relating to ourselves, each other, and the planet we cohabit. Throughout this beautifully designed book are 100 black-and-white line drawings by Yoko. Like this legendary woman herself, the book is wildly original, stimulating, and hard to label: call it purposeful play, call it brain poetry, call it guided motivation, call it Zen-like incantations, call it whatever you want. But read it. Acorn may change the way you experience the world.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Acorn”, de Yoko Ono, publicado pela editora Virago, em 2013 e com 217 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Virago
Páginas: 217
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Virago costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, especialmente a partir de perspectivas femininas e históricas. O catálogo apresenta tanto obras que mesclam ficção com reflexões sociais e culturais quanto textos que dialogam com temas contemporâneos, como feminismo e identidade, em formatos que vão do romance clássico à coletânea de entrevistas e ensaios. As histórias frequentemente se desenrolam em cenários que evocam ambientes familiares, rurais ou históricos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos, como o amadurecimento, a perda, e a busca por autonomia. O tom pode variar entre o lírico e o dramático, com ritmo que ora é contemplativo, ora tenso, mas sempre atento aos detalhes emocionais e sociais.
