
Título: Açucena não é flor que se cheire
Autor: Lourival Mourão Veras
Sinopse: No meio dos sertões nordestinos, lá nos recônditos, ainda há temas extremamente delicados. Sexualidade é um deles. Para muitos, os gêneros são apenas dois, e basta. Homem é o macho, o provedor, aquele criado com a função primordial de ser o par da mulher. Mulher, por outro lado, é a figura da casa, filha, mãe, esposa... e sem defeitos, que essas figuras não os tem. E quando algum foge a essa lei, é sempre filho de outro, nunca gente de nossa própria prole. Açucena é assim, com gente dos dois gêneros, mas divididos em outros, que ninguém precisa saber. Homens poderosos, brutos, típicos estereótipos do macho, e outros nem tanto. Mulheres femininas, criadas para as prendas domésticas, mas nem todas. Açucena é o "mundo da cidade" invadindo o sertão. São coisas que nunca se viu, embora tenham sempre existido. Peça nascida apenas para suprir um vazio momentâneo de texto da Cia. Os Cara da Arte, de Crateús (CE), acabou caindo no gosto dos atores/atrizes e do público, lotando o teatro em todas as suas apresentações. Premiada no Edital Literário para Autor(a) Cearense, da Secretaria da Cultura do Estado, agora ganha outras possibilidades de divertir mais e diversas platéias. Açucena não é flor que se cheire é como sua protagonista, feito para trazer alegria a todos. Boa leitura, boa montagem, feliz diversão. Elias de França - escritor
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Açucena não é flor que se cheire”, de Lourival Mourão Veras, publicado pela editora SECULT, em 2011 e com 65 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SECULT
Páginas: 65
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Secult costumam trazer um olhar atento à memória, à história e à cultura regional, especialmente do Pará e da Amazônia. A leitura desses títulos evoca imagens vívidas de épocas passadas, como o cotidiano comercial do início do século XX ou a efervescência cultural do modernismo paraense. O tom das obras varia entre o documental e o poético, alternando entre narrativas densas e textos mais breves e reflexivos, que desafiam o leitor a pensar sobre identidade e expressão. O catálogo revela um compromisso com a preservação e o resgate de registros históricos, artísticos e culturais, muitas vezes apresentados em formatos ricos em imagens, documentos e ilustrações. Essa diversidade editorial sugere que a Secult valoriza tanto o rigor da pesquisa quanto a força da linguagem sensível.
